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Então encho de vida o peito.
E fico feliz, com tua presença
Da emoção que me secretas
E não pergunto
Se é certo ou errado
Aí... Me surpreendo...
Não brigo comigo.
Apenas vivo estes dias de tão terna luz...
Luz, que vem dos teus olhos...
Desta novidade que me habita
Minha inspiração, já quase perdida...
Entendo que viver é bom
E sempre acreditei no lume do amor...
E agora, então (...)
Diante deste abrigo, me abrigo.
Diante desta brisa, me deleito...
Esta paz me refrigera a alma...
Que era antes aflita
Ah!!!! Mas, como me deleito...
Neste leito de sonhos e emoção...
Ah!!! Mas como anda feliz, meu coração...
E agora, bate forte... Muito forte.
(Ednar Andrade).
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