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Era você, eu te guardei no peito.
Como quem guarda o que adivinha...
E não esqueci tua primeira visão,
E não esqueci o primeiro encontro...
Entre silêncios e palavras,
O teu olhar me falou coisas... Que guardo.
Entre o nada e o infinito,
Não sabia quem de nós,
Queria amor (seria)
Assim, hoje, como se nada,
Fosse ontem...
Você me olhou, eu o reconheci...
E tudo, no mesmo silêncio,
Grita... E, exala amor.
Era você!!!
Meu coração sabia.
Era você...
Meu coração sentia...
Se não disséssemos nada; o amor, falaria.
Era você.
(Ednar Andrade).
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